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Aqui estamos para lhes contar histórias, ampliar vossos horizontes e os nossos, fazê-los viajar para nossos mundos particulares, através da imaginação, e incentivá-los a criar os vossos próprios por meio desta.

sábado, 17 de novembro de 2012

O Deus que rouba Corações Part.1

  Meu coração ja não pulsa mais. Sangue cade? Cade aquele amor que leio em livros? Aquele amor que me da vontade de viver? Minhas veias ricas em sangue, não são mais vermelhas. São negras cheias de ódio injetado. Uma serpente negra se move, dentro de minhas veias cheias de ódio. Meus olhos foram substituídos por olhos do governo, tudo é cinza e certo, nada está errado. Matei todos meus amigos, que se opuseram ao meu caminho. Enterrei todos meus heróis, e junto com eles meus sonhos.Deus haha eu sou meu próprio Deus. Já me deitei com varias prostitutas, te todos os tipos tamanhos e cores. Bebia vinho de meu próprio sangue. Fugia de qualquer tipo de responsabilidade; fugia de meus medos, de meus sonhos, de meus pais e de mim mesmo. Eu fazia de minhas lagrimas, meu lago ódio, cada dia eu me afundava mais e mais. Carregava em minha memória meu avô, meus pais, minha família e minha antiga vida. Arrasto o cadáver de meu irmão atras de mim. Carregava duas armas minha boca e um canivete. O canivete em minhas mãos, era como garoto com uma arma de homem.
   Sou um ladrão, mais não sou um ladrão comum, não roubo dinheiro, roubo corações. Minhas palavras amolecem toda e qualquer dama. Enquanto eu as beijo, minha mão percorre seus seios sedosos, e eu podia sentir seu coração a palpitar. Então meu canivete percorria aquela pele macia, fazendo um pequeno corte onde eu poderia arrancar seu coração.As iludo, depois que tenho seus corações eu sumo para sempre.  Me alimento de cada coração, nunca estou satisfeito, me alimento de amor e ódio. Minha alma já nasceu no inferno. Ninguém pode me ajudar, minha cova e a maior de todas, nela eu carrego varias lagrimas, amores e um poço de ódio. Haha possuo várias máscaras, e nenhuma e igual a outra, ninguém nunca olhou por trás de minha máscara, ninguém nunca olhou meus olhos. 

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

25P - II

Ali estava tão quente, que pensou que se estivesse sendo engolido por um dragão, sobrevoando um vulcão no meio do deserto, estaria pouco menos infernal...

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

?P - I

De longe ele viu, com seus olhos mais aquilinos que os de qualquer roc, a pequenina fada presa numa gaiola que pairava ao lado de um homenzinho ruivo, vestido de verde (com cartola e tudo) e um sorriso sádico no rosto. Muitas criaturas, uma mais horrenda que a outra, se encontravam ali na frente daquele pequeno palco. E o homenzinho ruivo começou a dizer em alto e bom som para que todos ouvissem: E o próximo item é esta pequenina e brilhante fada! Como todos sabemos, o que essas criaturinhas têm de pequenas elas têm de poderosas! Quase tão mágicas como eu... E como todos sabem, o simples fato de ter uma fada por perto aumenta o poder da sua magia considerávelmente, portanto, o lance inicial é de duas mil moedas de prata verdadeira.
Um goblin verruguento levantou a mão.
Logo após, um duende da floresta ergueu a mão e gritou com uma voz esganiçada: três mil!
O goblin ergueu novamente a mão e gritou: cinco mil!
E então uma criatura encapuzada ergueu-se e uma voz rouca soou de dentro da escuridão do capuz, dizendo: vinte mil...
Todos se viraram com olhos arregalados. A coisa encapuzada começou a se mover, como se pairasse.
Foi neste momento em que a flecha que a muito estava preparada foi encantada por palavras sussurradas em élfico, começou a brilhar e saiu voando em direção a multidão de criaturas infames, e ao longo da trajetória se inflamou e as chamas assumiram a forma de um dragão, e tão rápido quanto a flecha correu o elfo que a disparara.
À visão do dragão flamejante a multidão foi tomada pelo pânico e desperçou-se num piscar de olhos, e somente a figura encapuzada ficou. Ele virou-se para o dragão, estendeu uma mão ossuda para ele, que veio direto em sua direção, atingiu a mão estendida, o dragão rugia e tentava avançar sem sucesso, e a flecha ao resdor da qual existia continuava a girar e girar, entretanto, sem avançar um milímetro. Ele fechou a mão. O dragão consumiu-se até virar apenas centelhas, e a flecha caiu no chão diante dele. Despreocupadamente virou-se, mas seu prêmio não estava mais lá.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

52P - II

O segredo da perfeição, gafanhoto, é não se deixar influenciar por aqueles que não souberam olhar direito nem suficientemente para vê-la, e acima de tudo, não deixar-se encantar pela primeira que conseguir enxergar e parar de tentar ver a perfeição em tudo o mais, pois assim se perde muito... é como se

domingo, 21 de outubro de 2012

16P - IV

No fim, somos apenas bombas relógio emocionais, todas a beira de explodir, mandando tudo pelos ares.

61P - II


E de dentro da taverna vinha uma alegre canção, cantada em alto e bom som por vozes embriagadas, de homens bravos que ali estavam para fugir das coisas que lhes aconteceram e cantar glórias que nunca existiram... Mas riam e cantavam, e ao menos naquele momento, era tudo o que importava.

"Salut, yo-ho e hey!
Primeiro amigos, cantai!
Depois amigos, bebei!"

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

178P - I


Tentaram de tudo contra aquela besta das trevas, advinda, ninguém duvidava, do mais profundo abismo do inferno cristão. Perderam companheiros na luta, mas nenhum arranhão fizeram na besta. Fora tudo inútil. Balas de prata, água benta, sal, faca de latão, exorcismo, decaptação, estocada no coração, esquartejamento... Mas nada foi suficiente para ferir a besta maldita...
Estavam todos ali, naquele quarto cuja única iluminação era uma lâmpada que pendia do teto no meio da sala, parando a pouco mais de um metro da mesa que ficava no centro. As paredes eram cobertas de livros, de todos os tamanhos, todos muito velhos e empoeirados. Todos os que sobraram, ou melhor, sobreviveram, vasculhavam-nos como se suas vidas dependessem disso. Dependiam.
Tudo que se ouvia eram o movimentar de folhas, o barulho da chuva e o uivar do vento, até que de repente a porta se abre. Um relâmpago revela uma silhueta. Um passo para a frente. Ele cai. Mas antes de morrer, olhou para todos com enormes olhos que transbordavam terror e pânico, e disse: Tudo falhou porque aquilo era uma

16P - IV

Gafanhoto, gafanhoto... Estás verde! Estás crú! Escuta o que lhe digo ou tu vais tomar no

205P - O meu melhor amigo



Estava dormindo, der repente eis que uma donzela bate euforicamente na porta. Abro a porta e ela diz:
- Olha, aquele não é o seu cão valente ?
Eu olha para a direção que a donzela apontava, e vejo um cão deitado na estrada de chão.Vou correndo em direção ao cão e o vejo morto, havia um rastro enorme de sangue, de pelo menos 2 metros do chão a o cachorro, algo havia o matado e o arrastado. Sua cabeça estava esmagada, seus olhos sumiram , sua medula espinhal estava exposta, seus ossos estavão para fora, olhei para o cão, e o reconheci pela coleira. Eu não estava reconhecendo o meu próprio cão, só o reconheci pela coleira, levantei tremulo olhei para a donzela, e disse que era mesmo o meu cão, virei-me novamente para o cão, ajoelhei ao seu lado e peguei sua coleira, puxei-a devagar, ela estava toda ensanguenta com pedaços de carne encrostados. Levanto-me e vou andando com a coleira ensaguentada na mão, chorando pela a estrada de chão. A donzela aconchega-me em seus braços, tentando para com o meu pranto.
Viro-me para trás e digo:
- Adeus pingo, o pequeno cachorro de grande coragem.

Obrigado Pingo pelos momentos de brincadeira,raiva e estar sempre ao meu lado.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

16P - II

E de repente tudo se tornou uma grande escuridão sem fim e eu parecia cair eternamente.

43P - I - Lenda Urbana

   O homem acordou em meio a gelo em uma banheira, olhou para os lados e reconheceu o motel em que havia dormido com duas garotas na noite anterior, viu uma folha com um recado para ele: 


"LIGUE PARA O HOSPITAL, LEVAMOS SEU RIM."

16P - III


O coração dela é um jardim secreto de muros muito, muito altos.

Asa, pra que te quero...

domingo, 14 de outubro de 2012

34P - II


Está ouvindo? - Perguntou ao Pistoleiro.

Não… - Disse ele com pesar.

Então alegra-te! - Respondeu - Se não a ouve é porque ela te ama.

[...]

Naquele tempo fazia sentido, mas agora não... Não faz mais sentigo algum.

16P - I - A chave da vida

A chave que abre a benção... e a mesma chave que sela a maldição, no coração.

sábado, 13 de outubro de 2012

16P - II

Não espero que perdoe-me, pois, jamais consegui lhe perdoar por ter feito o mesmo comigo; pequenina...

61P - I

- Levante-se, seu verme! Por acaso pensas que ficando ai parado algo se resolverá por si só? Te esquecestes de teus votos? Tua conduta? Teu caminho? Vais desistir e jogar na lama a tua honra? Honra esta, erguida de sangue, suor e lágrimas, glórias, fracassos e sacrifícios... Fora tudo em vão? Vamos! Diga-me já, patife miserável! O que farás a respeito? Diga!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

7P - II

Foi apenas mais um conto de falhas...

52P - I

Parecia porcelana, mas não era... Parecia frágil, mas resistiu não tão bravamente, mas resistiu; e aquilo que já era belo, mostrou-se ainda mais belo, pois, que beleza maior pode haver do que parecer belo e ser mais belo ainda? Bom, talvez... Ser exatamente aquilo que aparenta ser, ou melhor, tão bom quanto...

16P - I

"Garotas como você não deviam frequentar esse tipo de lugar." Disse o rei enquanto ria demoniacamente.

160P - I - O Lago Negro

Aquele era lugar muito estranho... As árvores estavam todas mortas... O céu era escuro e chovia constantemente, o chão era cinzento e cheirava mal. Fui andando por aquela floresta amaldiçoada, esquecida no tempo e morta por natureza. Encontro um pequeno córrego. Vou seguindo-o. Após um tempo sinto que estou sendo seguido. Uma sombra rasteja ao meu lado. Meu coração acelera e minha alma grita de medo. Corro para dentro da floresta morta, seguindo o córrego. Do nada, a sombra se transformou-se. Haviam agora múltiplas mãos... Não suportei; e dos meus olhos, fragmentos do meu medo começaram a escorrer. Então a sombra de uma mão puxa minha perna. Eu caio rolando no chão. Estava desesperado... Então olho para frente, e no meio da floresta vejo algo vivo. Um lago negro. Cheguei mais perto do lago e toquei a aguá... Então suas ondas negras começaram a subir pelo meu braço. As sombras tomaram todo meu corpo eu me tornei parte da floresta.

52P - I


-Corre!-Grita o garoto, mas parece ser tarde demais, a jovem de cabelos longos é atingida pela imensa criatura ofegante, e cai desacordada no chão do cemitério.
-Isso não vai ficar barato!- Diz a outra garota enquanto golpeia o monstro com uma cruz de ferro.
O silêncio prevalece na noite fria. A fera está caída.


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

43P - I

O silêncio impera soberano nas ruínas do tempo, onde as aranhas tecem suas teias por toda a eternidade  e da poeira e pó de ossos, todos os medos se levantam e saltam das paredes para mostrar suas faces horrendas a cegos olhos opacos ...

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

34P - I


- Fada pequenina, que fazes por aqui? Não sabes que este bosque é perigoso para seres diminutos como ti?

- Sei que pequenina pareço, mas não pagues para ver, provoque uma nathana e irás te arrepender...

terça-feira, 9 de outubro de 2012

25P - I

Serias tu amaldiçoado, jovem Bardo? Será que rogaram pragas sobre ti? Pois tua má sorte é tanta que teu amuleto só serve pra manter-lhe vivo...

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

16P - I

Quantas vezes terei de dizer-te, Gafanhoto!? Persar é fundamental! Antes de qualquer coisa, pensar é fundamental!